A degradação ambiental é algo histórico. Com a chegada do europeu, a partir do século XV, no Continente Americano teve início o processo de desmatamento das nossas florestas, a riqueza mais cobiçada era o pau-brasil e essa cobiça levou a destruição de grande parte da nossa Floresta Atlântica.
A exploração desordenada do homem com o meio ambiente só cresceu desde então, o processo de industrialização levou a uma aceleração na tranformação do espaço natural com: o desmatamento das nossas matas, especialmente das árvores que margeiam os rios, a exploração da madeira para abastecer o lucrativo comércio da construção civil e/ou para dar lugar a criação pecuarísta, o impróprio planejamento das redes de esgotos domésticas e industriais, a construção de hidrelétricas, o descarte impróprio do lixo por pessoas comuns, a emissão de gases poluentes, como o monóxido de carbono e outros fatores têm contribuído para destruição do nosso habitat.
Atualmente essa desordenada apropriação do homem sobre o meio ambiente tem sido muito discutida, visto que, as consequências desse ato estão sendo vivenciadas, daí ser inevitável uma forte e já real insegurança a respeito da manutenção da vida no planeta, sujeito a drásticas mudanças climáticas. Estamos na era do aquecimento global, das repentinas enchentes, de longos períodos de estiagem, dos terríveis tornados, fenômenos que não diferenciam os ricos dos pobres. Logo, todos nós devemos agir.
A nossa população, do Povoado Escurial que é banhado pelo Rio São Francisco, a muito tempo, tem sentido os efeitos da exploração destrutiva das nossas riquezas naturais. O assoreamento do rio, a diminuição na quantidade dos peixes, a extinção de algumas espécies de peixes, as escassas e irregulares cheias do Velho Chico são alguns dos muitos problemas enfrentados e vivenciados por nos e pelo rio, que o sentimos como um ser vivo, um pai, uma fonte de vida, que agoniza, chora e pede ajuda para não morrer.
Colhendo informações com os moradores locais, nos foi repetidamente relato os impactos sofridos pelo Rio São Francisco com a construção da Hidrelétrica de Xingó. Os pescadores afirmam que a partir dessa ação, a quantidade de peixes diminuiu, devido a mudança no processo de desova dos peixes rio acima (a piracema), e mais os peixes, acima da barragem ficaram impossibilitados de descer o rio naturalmente como o faziam, ou seja, de chegar a nossa região, do baixo São Francisco. Um outro e grave problema apontado pelos pescadores é a questão da invasão de peixes marítimos encontradas constantemente no rio, segundo eles, esses peixes de água salgada são predadores de alguns peixes de água doce, daí temos o "desaparecimento" de espécies como do mandi e outros.
A exploração desordenada do homem com o meio ambiente só cresceu desde então, o processo de industrialização levou a uma aceleração na tranformação do espaço natural com: o desmatamento das nossas matas, especialmente das árvores que margeiam os rios, a exploração da madeira para abastecer o lucrativo comércio da construção civil e/ou para dar lugar a criação pecuarísta, o impróprio planejamento das redes de esgotos domésticas e industriais, a construção de hidrelétricas, o descarte impróprio do lixo por pessoas comuns, a emissão de gases poluentes, como o monóxido de carbono e outros fatores têm contribuído para destruição do nosso habitat.
Atualmente essa desordenada apropriação do homem sobre o meio ambiente tem sido muito discutida, visto que, as consequências desse ato estão sendo vivenciadas, daí ser inevitável uma forte e já real insegurança a respeito da manutenção da vida no planeta, sujeito a drásticas mudanças climáticas. Estamos na era do aquecimento global, das repentinas enchentes, de longos períodos de estiagem, dos terríveis tornados, fenômenos que não diferenciam os ricos dos pobres. Logo, todos nós devemos agir.
A nossa população, do Povoado Escurial que é banhado pelo Rio São Francisco, a muito tempo, tem sentido os efeitos da exploração destrutiva das nossas riquezas naturais. O assoreamento do rio, a diminuição na quantidade dos peixes, a extinção de algumas espécies de peixes, as escassas e irregulares cheias do Velho Chico são alguns dos muitos problemas enfrentados e vivenciados por nos e pelo rio, que o sentimos como um ser vivo, um pai, uma fonte de vida, que agoniza, chora e pede ajuda para não morrer.
Colhendo informações com os moradores locais, nos foi repetidamente relato os impactos sofridos pelo Rio São Francisco com a construção da Hidrelétrica de Xingó. Os pescadores afirmam que a partir dessa ação, a quantidade de peixes diminuiu, devido a mudança no processo de desova dos peixes rio acima (a piracema), e mais os peixes, acima da barragem ficaram impossibilitados de descer o rio naturalmente como o faziam, ou seja, de chegar a nossa região, do baixo São Francisco. Um outro e grave problema apontado pelos pescadores é a questão da invasão de peixes marítimos encontradas constantemente no rio, segundo eles, esses peixes de água salgada são predadores de alguns peixes de água doce, daí temos o "desaparecimento" de espécies como do mandi e outros.
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