Colégio Estadual Monsenhor Fernando Graça Leite
domingo, 24 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Resgatando a História do Colégio Mons. Fernando Graça Leite
A tentativa de resgatar a História do atual Colégio Monsenhor Fernando Graça Leite nos fez deparar-mos com uma série de dificuldades, como a escassez de domentação existente na Escola, e assim, fomos direcionados a fazer um levantamento de fontes orais. Dentre os moradores pesquisados devemos destacar: a Professora aposentada e ex-diretora Dona Maria do Carmo, Dona Amazildes Gomes dos Santos e o Sr. Gebaldo pela essencial e valorosa contribuição nesta pesquisa.
A educação pública em Escurial chegou por volta de 1920, graças ao interesse de Manoel Vieira dos Martires, proprietário e pecuarísta residente nesta comunidade."Manoel Vieira dos Martires trazia as professoras que inclusive ficavam hospedadas na casa dele, elas só ensinavam o pedagógico.... Nesse período as aulas aconteciam em casas de particulares não existia o prédio do Estado, uma das primeiras professoras chamava-se Esmeralda Reis, essa professora era originária de Monte Alegre".(Maria do Carmo)
A construção do prédio ocorreu em 1950, no governo de José Rolemberg Leite. Nesse período a Escola chamava-se Escola Reunidas de Escurial. Dona Maria do Carmo afirma que essa foi a primeira Escola Rural do Estado, ela agradece a construção do prédio ao empenho de Acrísio Cruz (então Secretário de Educação).
"...nesse período a Escola era composta apenas por uma sala de aula e um banheiro..."(Maria do Carmo)
Em 1977, no segundo governo de José Rolemberg Leite foi realizada uma reforma na Escola Reunidas Escurial, quando inclusive é renomeada de Grupo Escolar Monsenhor Fernando Graça Leite.
O padre Graça Leite foi o primeiro vigário da paróquia de Bom Jesus dos Pobres da cidade de Canhoba. Inclusive ele foi nomeado pelo Bispo Dom José Tomás, o primeiro de Aracaju, atendendo a solicitação do interventor federal, Eronides Ferreira de Carvalho, criando em 23 de novembro de 1939 a paróquia de Canhoba e indicando o padre Fernando Graça Leite como vigário. Graça Leite fora nomeado também diretor das Escolas Reunidas de Canhoba, hoje renomeada "Dr. Eronides Ferreira de Carvalho.
"o padre Fernando Graça Leite vinha montado de burro ou cavalo rezar missa no povoado de Escurial..."
Em 2001 o Conselho Estadual de Educação reconhece o Ensino Fundamental à Escola Estadual Monsenhor Fernando Graça Leite.
Somente em 2004 a Escola Estadual Monsenhor Fernando Graça Leite passou a ter a denominação atual de Colégio Estadual Monsenhor Fernando Graça Leite, visto processo em tramitação para o reconhecimento do Ensino Médio.
Dentre alguns diretores que passaram pela Escola citamos: Teotônio Cardoso, Antônio Marques e Maria do Carmo Meneses.
Atualmente O Colégio Monsenhor Fernando Graça Leite, situado na rua Nova Brasília nº130, no Povoado Escurial - Nossa Senhora de Lourdes conta com 263 alunos matriculados regularmente. Esta unidade possui: Secretária, Sala de Professores, Laboratório de Informática, Cozinha, Depósito para Merenda, Banheiro Masculino e Feminino e cinco salas de aulas funcionando em três turnos, oferecendo as seguintes modalidades: Ensino Fundamental, Ensino Médio, Supletivo Modular.
A Equipe é composta por:
Professores: dos quais 8 são efetivos e 7 contratados
Merendeiras, Vigilantes
Rubens dos Santos - Diretor
Maria da Conceição T. de Santana - Coordenadora
Joseilde Nunes Santos - Secretária
"A missão do Colégio é garantir um bom relacionamento entre a Escola e a Comunidade e formar cidadãos conscientes, críticos e ativos.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Relevância Social e Educação: Gincana Socioambiental
A gincana socioambiental é uma parceria do Governo do Estado com a Oi Futuro e com a SECOM-MÍDIA JOVEM, esse evento será realizado no dia 22 na cidade de Itabi e terá a participação de cinco escolas: Colégio Estadual Mons. Fernando Graça Leite (Pov. Escurial N. Sra. de Lourdes), Colégio Manoel Alcino (Graccho Cardoso), Monsenhor Rangel (Gararu), Escola Estadual Eronides Ferreira de Carvalho (Canhoba) e o Colégio Estadual Profª Mª das Graças (Itabi).
Essa ação procura destacar a importância do meio ambiente para a comunidade e mais tem a intenção de inseri-lá no mundo digital.
Nesse contexto podemos ressaltar a importância do Rio São Francisco, especialmente para os moradores do Povoado Escurial, como fonte de sobrevivência e como agente formador da identidade cultural desse povo ribeirinho.
O envolvimento da Escola na gincana é fundamental, visto que, o processo de conscientização da população além de ser informativo deve ser criativo, ou seja, é algo que deve ser trabalhado com o intuito de mudar essa relação altamente destrutiva do homem com a natureza.
É claro que a intervenção humana na natureza é imprescindível para a sobrevivência, contudo, a Escola pode ajudar apontando um novo caminho, uma nova forma de explora o meio ambiente (O Desenvolvimento Sustentável).
Além de apontar novos caminhos, a Escola pode trabalhar informando as pessoas sobre as consequências da degradação ambiental: a improdutividade do solo, a extinção de peixes, a extinção de animais, o fato de que um desequilibrios na cadeia alimentar pode levar a ocorrência como pragas de insetos, lagartas, gafanhotos, etc. esclarecendo e aprimorando assim o conhecimento popular.
Outro fator de extrema relevância sobre o papel da gincana é a possibilidade de divulgar o Povoado Escurial e as ações do Colégio Estadual Mons. Fernando Graça Leite na Internet. Esse fato pode ser o início de um processo de mudança, por exemplo, pode ser desenvolvida uma nova fonte de renda para comunidade o Turismo.
Dicas de ações para diminuir a degradação ambiental:
Essa ação procura destacar a importância do meio ambiente para a comunidade e mais tem a intenção de inseri-lá no mundo digital.
Nesse contexto podemos ressaltar a importância do Rio São Francisco, especialmente para os moradores do Povoado Escurial, como fonte de sobrevivência e como agente formador da identidade cultural desse povo ribeirinho.
O envolvimento da Escola na gincana é fundamental, visto que, o processo de conscientização da população além de ser informativo deve ser criativo, ou seja, é algo que deve ser trabalhado com o intuito de mudar essa relação altamente destrutiva do homem com a natureza.
É claro que a intervenção humana na natureza é imprescindível para a sobrevivência, contudo, a Escola pode ajudar apontando um novo caminho, uma nova forma de explora o meio ambiente (O Desenvolvimento Sustentável).
Além de apontar novos caminhos, a Escola pode trabalhar informando as pessoas sobre as consequências da degradação ambiental: a improdutividade do solo, a extinção de peixes, a extinção de animais, o fato de que um desequilibrios na cadeia alimentar pode levar a ocorrência como pragas de insetos, lagartas, gafanhotos, etc. esclarecendo e aprimorando assim o conhecimento popular.
Outro fator de extrema relevância sobre o papel da gincana é a possibilidade de divulgar o Povoado Escurial e as ações do Colégio Estadual Mons. Fernando Graça Leite na Internet. Esse fato pode ser o início de um processo de mudança, por exemplo, pode ser desenvolvida uma nova fonte de renda para comunidade o Turismo.
Dicas de ações para diminuir a degradação ambiental:
- evitar o consumismo, assim reduziremos a quantidade de lixo;
- quando adquirir um produto optar por um cujas embalagens sejam recicláveis;
- utilizar na agricultura adubos orgânicos (não químicos) e fazer o controle de pragas e insetos de forma natural, sem o uso de agrotóxico;
- exigir das autoridades o tratamento dos esgotos produzidos pelas residências, escritórios, lojas e indústrias; priorizar o uso dos transportes coletivos.
sábado, 16 de maio de 2009
Breve histórico de Nossa Senhora de Lourdes
Contextualização:
N. Sra. de Lourdes esta localizada a aproximadamente 160 km da capital do estado de Sergipe. Segundo o Censo Demográfico do IBGE (2000) a população total do município é de 6.023 habitantes.
Sua área é de 102 Km² de território. Nossa Senhora de Lourdes é composto pelos seguintes povoados: Barro Vermelho, Olhos D'Agua, Areias, Lagoas, Catingueiras, Pedra Furada, Atalho, Carro Quebrado e Escurial, seu território faz fronteira ao norte com o município de Gararu, ao sul com Canhoba, ao oeste com Itabi e a leste com o estado de Alagoas.
Atualmente o prefeito da cidade é Laerte Gomes de Andrade. O Ed. da Prefeitura está localizado na Av. Senador Leite Neto, nº 80.
Recorte Historiográfico:
Falar sobre a história de N. Sra de Lourdes não é nada fácil, pois não existe uma obra escrita completa que aborde os vários aspectos da sua vida social. Dentre os poucos estudos existentes´, devemos destacar a monografia do professor João Francisco "A trajetória política do Município de N. Sra. de Lourdes" que nos proporciona informações sobre nossa localidade.Uma outra fonte utilizada foi a memória oral de alguns moradores, com especial destaque para o Senhores Gebaldo Vieira e Antônio Augusto Alves dos Santos.
A partir de 1810 teve início o povoamento do lugarejo, onde hoje está situada a cidade de N. Sra. de Lourdes, com a chegada do casal Joaquim José da Rocha e Ana Josefa da Rocha, estes fugiam da seca que castigava a localidade de Pajeú das Flores em Peranambuco.
" A família instalou-se em Oitis, no município de Gararu, na região da serra da Tabanga. Após o nascimento do primeiro filho, o casal mudou-se para o povoado Escurial, situado às margens do Rio São Francisco. De Escurial o casal entrou na mata pra explorá-la, chegando a uma lagoa onde as antas costumavam beber água, a qual foi denominada Lagoa das Antas." ² Por volta de 1870 a 1880, a povoação teve um acentuado crescimento, com a chegada de novas famílias. Entre elas: os Eufrásio de Lagoa Funda, os Santos de Cedro de São João, os Feitosa de Porto da Folha e os Junqueira de Siriri. Nesta época a povoação pertencia ao município de Gararu e permaneceu assim até 1938, quando passou a pertencer a Canhoba, isso porque o então Interventor, Eronildes Ferreira de Carvalho criou em 1838 a Vila de Canhoba, desmembrada dos municípios de Gararu, Aquidabã e Propriá. Nesse mesmo ano o cônego Lauro de Souza Fraga mudou o nome de Arraial das Antas para Nossa Senhora de Lourdes.
O descaso das autoridades políticas de Canhoba e a visão de progresso dos moradores locais, levaram estes a defender,a partir de 1961,a idéia da emancipação política de N. Sra. de Lourdes.
Apesar do povoado Escurial ter sido habitado primeiro e possuir um maior número de casas, não houve interesses dos políticos locais em transformar aquela localidade em sede do município.
Uniram-se homens como José Caetano da Silva, Manoel Alves dos Santos, Paulo Barbosa de Matos, João José de Araújo, Arnaldo Barros de Araújo, Tarciso Gonzaga Matos, Augusto Alves dos Santos e o monsehor José Curvelo Soares.
Finalmente, no dia 13 de maio de 1963 era aprovado o projeto que criava o município de Nossa Senhora de Lourdes.
Assim que o tribunal Eleitoral determinou o prazo para realização das eleições, começaram a surgir as candidaturas. Foram lançados os nomes de Paulo Barbosa de Matos, pelo Partido Social Democrático, e Manoel Alves dos Santos,conhecido também como Manoel LuLu, pela União Democrática Nacional - UDN. As duas lideranças, haviam estado lado a lado na luta pela emancipação do povoado, se tornaram adversários políticos. Nessa primeira eleição não havia candidato a vice-prefeito. O pleito aconteceu no dia 06 de outubro de 1963 e Paulo Barbosa de Matos, do PSD, fora eleito o primeiro prefeito de N. Sra. de Lourdes.
Na hidrografia do município sobressai o Rio São Francisco, que fertiliza o solo na região do Povoado Escurial, sendo uma das principais fontes de renda desses ribeirinhos que sobrevivem da pesca.
A principail atividade econômica é a pecuária, com a criação de bovinos, suínos, ovinos, caprinos, equinos, muares, asininos e galináceos. Também é grande produtora de queijo, requeijão, manteiga e outros derivados do leite.
A agricultura também tem grande peso na economia local com destaque para o cultivo do milho, feijão, mandioca, abóbora, quiabo, fava e outros.
Outro setor econômico atualmente em crescimento é o comércio, abertura de novas lojas como a Meneses Variedades e a Luana Modas, e o desevolvimento de outras tradicionais já existentes como O Mercadinho Meneses. A tradicional feira lourdenses, aos sábados, permanece atraindo várias pessoas de municípios vizinos, apesar de hoje enfrentar uma forte concorrência com o comércio de Propriá e de Nossa Senhora da Glória, pois o aumento na oferta do serviço de transporte favorece a locomoção dos potenciais consumidores.
É vísivel também o crescimento urbano de N. Senhora de Lourdes, a construção de novos conjuntos habitacionais, e um considerável aumento populacional, visto que, a cidade surge de forma muito atrativa para pessoas de várias localidades, esses migrantes chegam principalmente do estado de Alagoas.
Portanto, podemos dizer que apesar de sua recente origem, Nossa Senhora de Lourdes tem um passado que liga mais uma vez Sergipe a Pernambuco, seja com a relação ao fato de que o nosso Estado teve um forte comércio do gado desde o período colonial até como receptor de migrantes pernambucanos que fugiam da seca. É assim como uma cidade jovem, acolhedora e promissora que descrevemos Nossa Senhora de Lourdes.
N. Sra. de Lourdes esta localizada a aproximadamente 160 km da capital do estado de Sergipe. Segundo o Censo Demográfico do IBGE (2000) a população total do município é de 6.023 habitantes.
Sua área é de 102 Km² de território. Nossa Senhora de Lourdes é composto pelos seguintes povoados: Barro Vermelho, Olhos D'Agua, Areias, Lagoas, Catingueiras, Pedra Furada, Atalho, Carro Quebrado e Escurial, seu território faz fronteira ao norte com o município de Gararu, ao sul com Canhoba, ao oeste com Itabi e a leste com o estado de Alagoas.
Atualmente o prefeito da cidade é Laerte Gomes de Andrade. O Ed. da Prefeitura está localizado na Av. Senador Leite Neto, nº 80.
Recorte Historiográfico:
Falar sobre a história de N. Sra de Lourdes não é nada fácil, pois não existe uma obra escrita completa que aborde os vários aspectos da sua vida social. Dentre os poucos estudos existentes´, devemos destacar a monografia do professor João Francisco "A trajetória política do Município de N. Sra. de Lourdes" que nos proporciona informações sobre nossa localidade.Uma outra fonte utilizada foi a memória oral de alguns moradores, com especial destaque para o Senhores Gebaldo Vieira e Antônio Augusto Alves dos Santos.
A partir de 1810 teve início o povoamento do lugarejo, onde hoje está situada a cidade de N. Sra. de Lourdes, com a chegada do casal Joaquim José da Rocha e Ana Josefa da Rocha, estes fugiam da seca que castigava a localidade de Pajeú das Flores em Peranambuco.
" A família instalou-se em Oitis, no município de Gararu, na região da serra da Tabanga. Após o nascimento do primeiro filho, o casal mudou-se para o povoado Escurial, situado às margens do Rio São Francisco. De Escurial o casal entrou na mata pra explorá-la, chegando a uma lagoa onde as antas costumavam beber água, a qual foi denominada Lagoa das Antas." ² Por volta de 1870 a 1880, a povoação teve um acentuado crescimento, com a chegada de novas famílias. Entre elas: os Eufrásio de Lagoa Funda, os Santos de Cedro de São João, os Feitosa de Porto da Folha e os Junqueira de Siriri. Nesta época a povoação pertencia ao município de Gararu e permaneceu assim até 1938, quando passou a pertencer a Canhoba, isso porque o então Interventor, Eronildes Ferreira de Carvalho criou em 1838 a Vila de Canhoba, desmembrada dos municípios de Gararu, Aquidabã e Propriá. Nesse mesmo ano o cônego Lauro de Souza Fraga mudou o nome de Arraial das Antas para Nossa Senhora de Lourdes.
O descaso das autoridades políticas de Canhoba e a visão de progresso dos moradores locais, levaram estes a defender,a partir de 1961,a idéia da emancipação política de N. Sra. de Lourdes.
Apesar do povoado Escurial ter sido habitado primeiro e possuir um maior número de casas, não houve interesses dos políticos locais em transformar aquela localidade em sede do município.
Uniram-se homens como José Caetano da Silva, Manoel Alves dos Santos, Paulo Barbosa de Matos, João José de Araújo, Arnaldo Barros de Araújo, Tarciso Gonzaga Matos, Augusto Alves dos Santos e o monsehor José Curvelo Soares.
Finalmente, no dia 13 de maio de 1963 era aprovado o projeto que criava o município de Nossa Senhora de Lourdes.
Assim que o tribunal Eleitoral determinou o prazo para realização das eleições, começaram a surgir as candidaturas. Foram lançados os nomes de Paulo Barbosa de Matos, pelo Partido Social Democrático, e Manoel Alves dos Santos,conhecido também como Manoel LuLu, pela União Democrática Nacional - UDN. As duas lideranças, haviam estado lado a lado na luta pela emancipação do povoado, se tornaram adversários políticos. Nessa primeira eleição não havia candidato a vice-prefeito. O pleito aconteceu no dia 06 de outubro de 1963 e Paulo Barbosa de Matos, do PSD, fora eleito o primeiro prefeito de N. Sra. de Lourdes.
Na hidrografia do município sobressai o Rio São Francisco, que fertiliza o solo na região do Povoado Escurial, sendo uma das principais fontes de renda desses ribeirinhos que sobrevivem da pesca.
A principail atividade econômica é a pecuária, com a criação de bovinos, suínos, ovinos, caprinos, equinos, muares, asininos e galináceos. Também é grande produtora de queijo, requeijão, manteiga e outros derivados do leite.
A agricultura também tem grande peso na economia local com destaque para o cultivo do milho, feijão, mandioca, abóbora, quiabo, fava e outros.
Outro setor econômico atualmente em crescimento é o comércio, abertura de novas lojas como a Meneses Variedades e a Luana Modas, e o desevolvimento de outras tradicionais já existentes como O Mercadinho Meneses. A tradicional feira lourdenses, aos sábados, permanece atraindo várias pessoas de municípios vizinos, apesar de hoje enfrentar uma forte concorrência com o comércio de Propriá e de Nossa Senhora da Glória, pois o aumento na oferta do serviço de transporte favorece a locomoção dos potenciais consumidores.
É vísivel também o crescimento urbano de N. Senhora de Lourdes, a construção de novos conjuntos habitacionais, e um considerável aumento populacional, visto que, a cidade surge de forma muito atrativa para pessoas de várias localidades, esses migrantes chegam principalmente do estado de Alagoas.
Portanto, podemos dizer que apesar de sua recente origem, Nossa Senhora de Lourdes tem um passado que liga mais uma vez Sergipe a Pernambuco, seja com a relação ao fato de que o nosso Estado teve um forte comércio do gado desde o período colonial até como receptor de migrantes pernambucanos que fugiam da seca. É assim como uma cidade jovem, acolhedora e promissora que descrevemos Nossa Senhora de Lourdes.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Meio Ambiente
A degradação ambiental é algo histórico. Com a chegada do europeu, a partir do século XV, no Continente Americano teve início o processo de desmatamento das nossas florestas, a riqueza mais cobiçada era o pau-brasil e essa cobiça levou a destruição de grande parte da nossa Floresta Atlântica.
A exploração desordenada do homem com o meio ambiente só cresceu desde então, o processo de industrialização levou a uma aceleração na tranformação do espaço natural com: o desmatamento das nossas matas, especialmente das árvores que margeiam os rios, a exploração da madeira para abastecer o lucrativo comércio da construção civil e/ou para dar lugar a criação pecuarísta, o impróprio planejamento das redes de esgotos domésticas e industriais, a construção de hidrelétricas, o descarte impróprio do lixo por pessoas comuns, a emissão de gases poluentes, como o monóxido de carbono e outros fatores têm contribuído para destruição do nosso habitat.
Atualmente essa desordenada apropriação do homem sobre o meio ambiente tem sido muito discutida, visto que, as consequências desse ato estão sendo vivenciadas, daí ser inevitável uma forte e já real insegurança a respeito da manutenção da vida no planeta, sujeito a drásticas mudanças climáticas. Estamos na era do aquecimento global, das repentinas enchentes, de longos períodos de estiagem, dos terríveis tornados, fenômenos que não diferenciam os ricos dos pobres. Logo, todos nós devemos agir.
A nossa população, do Povoado Escurial que é banhado pelo Rio São Francisco, a muito tempo, tem sentido os efeitos da exploração destrutiva das nossas riquezas naturais. O assoreamento do rio, a diminuição na quantidade dos peixes, a extinção de algumas espécies de peixes, as escassas e irregulares cheias do Velho Chico são alguns dos muitos problemas enfrentados e vivenciados por nos e pelo rio, que o sentimos como um ser vivo, um pai, uma fonte de vida, que agoniza, chora e pede ajuda para não morrer.
Colhendo informações com os moradores locais, nos foi repetidamente relato os impactos sofridos pelo Rio São Francisco com a construção da Hidrelétrica de Xingó. Os pescadores afirmam que a partir dessa ação, a quantidade de peixes diminuiu, devido a mudança no processo de desova dos peixes rio acima (a piracema), e mais os peixes, acima da barragem ficaram impossibilitados de descer o rio naturalmente como o faziam, ou seja, de chegar a nossa região, do baixo São Francisco. Um outro e grave problema apontado pelos pescadores é a questão da invasão de peixes marítimos encontradas constantemente no rio, segundo eles, esses peixes de água salgada são predadores de alguns peixes de água doce, daí temos o "desaparecimento" de espécies como do mandi e outros.
A exploração desordenada do homem com o meio ambiente só cresceu desde então, o processo de industrialização levou a uma aceleração na tranformação do espaço natural com: o desmatamento das nossas matas, especialmente das árvores que margeiam os rios, a exploração da madeira para abastecer o lucrativo comércio da construção civil e/ou para dar lugar a criação pecuarísta, o impróprio planejamento das redes de esgotos domésticas e industriais, a construção de hidrelétricas, o descarte impróprio do lixo por pessoas comuns, a emissão de gases poluentes, como o monóxido de carbono e outros fatores têm contribuído para destruição do nosso habitat.
Atualmente essa desordenada apropriação do homem sobre o meio ambiente tem sido muito discutida, visto que, as consequências desse ato estão sendo vivenciadas, daí ser inevitável uma forte e já real insegurança a respeito da manutenção da vida no planeta, sujeito a drásticas mudanças climáticas. Estamos na era do aquecimento global, das repentinas enchentes, de longos períodos de estiagem, dos terríveis tornados, fenômenos que não diferenciam os ricos dos pobres. Logo, todos nós devemos agir.
A nossa população, do Povoado Escurial que é banhado pelo Rio São Francisco, a muito tempo, tem sentido os efeitos da exploração destrutiva das nossas riquezas naturais. O assoreamento do rio, a diminuição na quantidade dos peixes, a extinção de algumas espécies de peixes, as escassas e irregulares cheias do Velho Chico são alguns dos muitos problemas enfrentados e vivenciados por nos e pelo rio, que o sentimos como um ser vivo, um pai, uma fonte de vida, que agoniza, chora e pede ajuda para não morrer.
Colhendo informações com os moradores locais, nos foi repetidamente relato os impactos sofridos pelo Rio São Francisco com a construção da Hidrelétrica de Xingó. Os pescadores afirmam que a partir dessa ação, a quantidade de peixes diminuiu, devido a mudança no processo de desova dos peixes rio acima (a piracema), e mais os peixes, acima da barragem ficaram impossibilitados de descer o rio naturalmente como o faziam, ou seja, de chegar a nossa região, do baixo São Francisco. Um outro e grave problema apontado pelos pescadores é a questão da invasão de peixes marítimos encontradas constantemente no rio, segundo eles, esses peixes de água salgada são predadores de alguns peixes de água doce, daí temos o "desaparecimento" de espécies como do mandi e outros.
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